Câmara avalia regra para manter idosos em planos de saúde após perda do titular
A perda de um familiar não deve significar a interrupção repentina da assistência médica na terceira idade.
Redação TV Cultura Mineira · 8 de outubro de 2026 às 14:27
Imagem ilustrativaFoto: Etatics Inc. / Pexels (Pexels License)
A perda de um familiar não deve significar a interrupção repentina da assistência médica na terceira idade. Para evitar a desproteção em momentos de vulnerabilidade, tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 1604/26, que altera a Lei dos Planos de Saúde para assegurar que a pessoa idosa dependente continue com o benefício após a morte do titular do contrato.
A proposta obriga as operadoras de planos de saúde e seguradoras a manterem o atendimento médico do idoso. A regra valerá independentemente da existência de cláusula contratual de remissão, desde que o beneficiário mantenha a quitação regular das mensalidades integrais.
Segundo a autora da proposta, deputada Fernanda Pessoa (PSD-CE), a medida fortalece a proteção social e garante um ambiente mais justo para a população idosa.
O projeto tramita em caráter conclusivo nas comissões de Saúde, de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisará da aprovação da Câmara dos Deputados e do Senado Federal.
Davi Alcolumbre anunciou cinco sessões de debate em plenário antes da primeira votação da proposta, que reduz a jornada máxima de 44 para 40 horas semanais.
Em 1º de fevereiro de 2027, será instalada a 21ª Legislatura da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), com 53 parlamentares reeleitos e 24 estreantes.