Teste DNA-HPV para câncer do colo do útero chega a 26 estados e ao DF pelo SUS
A implementação ocorre de forma gradual, e a tecnologia permite identificar infecções pelo papilomavírus humano (HPV) associadas à doença antes do surgimento de lesões.
Redação TV Cultura Mineira · 1 de novembro de 2026 às 08:09
Imagem ilustrativaFoto: Túllio F / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)
O teste molecular DNA-HPV para detecção precoce do câncer do colo do útero já está disponível no Sistema Único de Saúde (SUS) em 26 estados e no Distrito Federal, conforme informações divulgadas pelo Ministério da Saúde na quarta-feira (28). A implementação ocorre de forma gradual, e a tecnologia permite identificar infecções pelo papilomavírus humano (HPV) associadas à doença antes do surgimento de lesões.
De acordo com o Ministério da Saúde, a estratégia já contabiliza 153 mil amostras coletadas entre 2025 e 2026. Desse total, 93 mil foram processadas em 2026, das quais 9.904 apresentaram resultado positivo para HPV de alto risco, associado ao desenvolvimento do câncer do colo do útero.
A coleta do teste DNA-HPV é realizada por profissionais de saúde nas Unidades Básicas de Saúde (UBS). Em situações previstas pelo protocolo, também pode ser feita por autocoleta, após orientação de um profissional de saúde.
Para saber se o exame já está disponível no município, a orientação é procurar a UBS de referência e consultar a equipe de saúde sobre a oferta do teste e os critérios para realização.
O teste molecular DNA-HPV identifica a presença do vírus associado ao câncer do colo do útero. Após um resultado negativo, o intervalo previsto até a próxima coleta é de cinco anos, conforme as informações divulgadas pelo Ministério da Saúde.
O exame preventivo Papanicolau continua disponível no SUS e permanece como uma ferramenta segura e eficaz de prevenção enquanto a nova tecnologia é incorporada gradualmente à rede pública de saúde.
Brasil 61
Receba as notícias no WhatsApp
Siga o canal da TV Cultura Mineira e receba as principais notícias da região no celular. Ninguém vê o seu número.
Foram 18,5 mil mortes no ano, segundo o Ministério da Saúde. A SBU recomenda avaliação com urologista a partir dos 50 anos, ou dos 45 em grupos de risco.