O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, editou nesta sexta-feira (2) uma resolução para evitar o direcionamento de processos a ministros específicos da Corte.
Pela nova regra, petições apresentadas em processos em andamento passam por análise prévia dos setores de processamento inicial, da secretaria judiciária e da presidência. As equipes vão verificar se o novo pedido tem relação direta com a ação em tramitação. Se não houver, a petição será distribuída normalmente entre os ministros.
A resolução disciplina a validação de petições de terceiros considerados estranhos à relação entre as partes do processo. "A petição de terceiro não será juntada aos autos antes da triagem prevista neste artigo, a cargo da presidência, mediante análise da secretaria judiciária", definiu Fachin.
Em 27 de agosto, o ministro Flávio Dino atendeu a pedido do humorista Antonio Tabet para restaurar uma postagem no X sobre Nossa Senhora Aparecida, removida por decisão do ministro André Mendonça no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O despacho foi dado em uma ação que já estava em tramitação, o que evidenciou o direcionamento da petição a Dino.
Em seguida, o senador e candidato a presidente Flávio Bolsonaro (PL) recorreu ao Supremo contra a decisão e direcionou uma petição ao ministro Luiz Fux, relator de outro processo em andamento.
Visitas estavam suspensas desde julho; o candidato segue proibido de dar caráter político-eleitoral aos encontros e de divulgar declarações de Jair Bolsonaro.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu, nesta quinta-feira (8), anular os votos recebidos por Anthony Garotinho (Republicanos) na eleição para o governo do Rio de Janeiro.
Sessão virtual começa às 10h e analisa ordem do ministro André Mendonça, dada a pedido do candidato Flávio Bolsonaro (PL); o caso também chegou ao STF.
Plano de Flávio Bolsonaro (PL) fala em preservar o patrimônio e aperfeiçoar leis de incentivo; o de Lula (PT) prevê ampliar o fomento, regular o streaming e integrar cultura e educação.