SUS terá histórico clínico integrado e ampliação de serviços digitais
A política foi instituída pela Portaria GM/MS nº 12.301, de 27 de outubro de 2026, publicada no Diário Oficial da União em 28 de outubro.
Redação TV Cultura Mineira · 4 de novembro de 2026 às 06:10
Imagem ilustrativaFoto: Jefferson Rudy/Agência Senado / Wikimedia Commons (CC BY 2.0)
O atendimento pelo Sistema Único de Saúde (SUS) deve avançar na integração de informações dos pacientes e na oferta de serviços digitais com a instituição da Política Nacional de Informação e Saúde Digital (PNISD). Anunciada pelo Ministério da Saúde em 29 de outubro, a medida estabelece diretrizes para ampliar o uso da tecnologia na rede pública, fortalecer a telessaúde e facilitar o acesso da população aos serviços de saúde.
A política foi instituída pela Portaria GM/MS nº 12.301, de 27 de outubro de 2026, publicada no Diário Oficial da União em 28 de outubro. Entre os principais eixos estão a unificação do histórico clínico dos pacientes, o uso prioritário do CPF como identificador nos sistemas de informação em saúde e o fortalecimento da proteção de dados pessoais.
Na prática, a proposta é permitir que as informações de saúde acompanhem o cidadão ao longo de sua jornada de atendimento. A integração dos registros deve contribuir para a continuidade do cuidado e facilitar a comunicação entre os diferentes serviços da rede pública.
Segundo o Ministério da Saúde, a plataforma incorporou mais de 30 novas funcionalidades. A telessaúde também avançou: o SUS conta com 63 Núcleos de Telessaúde distribuídos pelas 27 unidades da Federação e já registrou mais de 12 milhões de atendimentos entre janeiro de 2025 e outubro de 2026.
A implementação da Política Nacional de Informação e Saúde Digital será orientada por um Plano de Ação de Transformação para a Saúde Digital do SUS. De acordo com a portaria, o documento deverá ser pactuado na Comissão Intergestores Tripartite em até 180 dias após a publicação da medida.
Brasil 61
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Foram 18,5 mil mortes no ano, segundo o Ministério da Saúde. A SBU recomenda avaliação com urologista a partir dos 50 anos, ou dos 45 em grupos de risco.
A implementação ocorre de forma gradual, e a tecnologia permite identificar infecções pelo papilomavírus humano (HPV) associadas à doença antes do surgimento de lesões.